intenções

Desde criança, somos ensinados sobre a importância da gratidão, que sempre devemos agradecer quando somos atendidos e ao sermos tratados com gentileza e respeito. Crescemos com esse compromisso educativo e moral, agradecer.

Algumas pessoas são tidas como mal-educadas, quando não fazem o uso do agradecer na relação com as outras pessoas e logo são repreendidas. Nesse ponto começa a controvérsia: se devemos ajudar, sermos solidários aos semelhantes entre outras práticas sociais e alegamos que não devemos pedir nada em troca, por que então esperamos pelo o “obrigado” do outro? Não seria então, um algo em troca? Um reconhecimento pela nossa atitude?

Perguntas para simples reflexão, pois o objetivo nesta publicação é ir além, nas diversas situações, nas quais aqueles que ajudam requerem uma contrapartida, a famosa “uma mão lava a outra” que nesse contexto assumem dois sentidos: aqueles que deixam claro e aqueles que agem de forma subliminar, usando um discurso falsificado, querendo se passar por pessoas que, realmente, ajudam sem interesses.

Agora, imaginemos a seguinte situação: alguém está precisando de algo, vem outro e oferece-lhe ajuda. Mas quem é esse outro? No nosso tema, é aquele que quer ajudar, mas deseja algo em troca. Seguindo o exemplo, aquele que ajuda, finge não querer nada e faz questão de convencer o ajudado de que tudo foi em nome da solidariedade.

Você deve estar se perguntando, e daí? Bom, vivemos numa sociedade com pessoas de bem e outras, invejosas e traiçoeiras. Ser grato a alguém que só faz algo de bom esperando algo em troca, é nunca saber se o algo em troca será o que nos faz feliz.

Um relacionamento frágil

Para começar este texto, deixo claro que o mesmo trata-se de uma de opinião minha (autor) e que possíveis discordâncias podem ser deixadas nos comentários.

Dando continuidade ao tema, logo vem a pergunta: o que seriam os compromissos de amor? Bom, nas histórias que envolvem conquistadores(a) e conquistados(a), alguém toma a iniciativa de lutar pelo seu, possível, amor. Por que possível? Às vezes, não se tem êxito ou até mesmo, após a conquista descobre-se o que se pensava ser amor, não passava de uma simples atração ou paixão temporária.

Para não se estender no tema, focarei nos casos que, realmente, existe a presença do amor, onde ambos se completam na plenitude do amar construindo assim, um elo afetivo recíproco. Voltando à abordagem anterior, os compromissos de amor nada mais são do que as promessas feitas durante as conquistas. Uns prometem o céu, as estrelas e um mundo de maravilhas, enquanto outros não vão tão longe assim, mas acabam tendo êxito.

É natural que num relacionamento duradouro e forte, ambos abram mão de muitas coisas: festas, saídas com os amigos ou amigas, e o afastamento de tudo que possa prejudicar o casal, que nesse caso, não seria exclusivamente casados, mais também namorados ou noivos.

Mas, onde entra a reciprocidade? Levando em conta que já exista reciprocidade no amar, há outros pontos, não menos importante, que exigem reciprocidade. São nos casos de renúncia da condição de solteiro(a) e cumprimento dos compromissos feitos na busca de conquistar o amor.